terça-feira, 23 de setembro de 2008

VISITA AO HOSPITAL EM TRABALHO

Ontem tive de ir ao Hospital, um médico amigo necessitava dos meus serviços.
Ora ai está uma maneira de se ficar doente.
Primeiro fui de autocarro, pois hoje era o dia sem carros na Cidade e tinha de ir á baixa, só depois é que me dirigi ao Hospital.
À chegada ao Hospital, levava eu a minha pasta debaixo do braço e tive de passar por um parque de estacionamento, ai fui logo abordado por dois daqueles que andam com um jornal a fazer de placa para estacionar o carro, ora indo eu a pé quando um estende a mão para provavelmente lhe alguma gorjeta, eu disse que não tinha carro e ele ainda duvidou durante bastante tempo, pois enquanto dizia alto qualquer coisa que eu não entendi bem, nunca deixou de ver se eu ia mesmo a pé ou ia entrar nalgum carro, de seguida como fumo e eu sabia que iria estar muito tempo lá dentro acendi um cigarro á entrada das visitas, coisa muito mal feita, caíram-me logo em cima, 5 tipos e uma miúda vestidos á rigor de internados a pedirem-me um de cada vez tabaco, não dei a nenhum pois na altura só tinha dois cigarros como demonstrei, assim deixaram-me em paz
Assumi à entrada, fui logo abordado por um securita que disse que as visitas não eram aquela hora, eu expliquei a situação que ia falar com o Médico “A” pela situação “x” e ele acedeu o meu pedido e foi ao gabinete buscar um livre transito para mim.
Subi ao 5º andar onde falei com outro que me levou ao médico, este muito simpático mandou-me esperar 10 minutos, ora eu cheguei eram 14, 20, eu fiquei á espera e fui dando voltas no piso e gastando as solas dos sapatos, por vezes dirigiam-me a palavra e davam-me os “Bons Dias Sr., Dr.:”, e eu retribui-a, rindo-me para comigo sem maldade, ah, ah, ah, o médico chegou passada 1h e 37 minutos, mas como eu sou deveras paciente e demais paciente, sorri para o médico quando ele pediu 100 000 desculpas, ele é que precisava de mim, se ele não precisa-se, se calhar dormia lá á espera dele, ah, ah, ah.
Por fim lá tratou de assinar os documentos, despediu-se e eu pus-me andar dali para fora.
O exterior do Hospital, tal entrada, tal saída, pedido de tabaco e pedido de moedinha.
E depois os amigos não fazem esperar amigos, bolas e mais bolas, disse eu, que se tivesse uma, ia-me entretendo a jogar.
Para esquecer, amanha será outro dia.

5 comentários:

Val disse...

Luis eu a rir aqui com seu dia de trabalho rs..me desculpa.Que dia hem!Querido amigo Luis,sobre as pessoas que te pediram cigarro eu sou da opinião tem vicios sustentem seus vicios.E vc for ajudar todos que te pedem ajudar vc ira a falência meu querido.Tenha uma otima quarta feira cheias de alegrias.
Beijos de amizade

Paula disse...

Olá,
Grandes aventuras!!!
Tu realmente... as tuas histórias são mesmo engraçadas..
Beijocas, Paula

Quase nos 50 disse...

E isso que só foi de visita ao hospital!
Se trabalhasse num então é que se ia divertir, salvo seja.
Deixe lá que médico faz-se sempre esperar seja de seu interesse ou de interesse alheio.

Um dia mesmo assim simpático

Um abraço

Coragem disse...

E que dia...Ufa, até eu fiquei cansada ehehehe

A parte que eu mais gostei foi do suposto arrumador, sem moeda e zangado lá foi riscar um carrito, que não o seu eheheh

Beijo

GraçaGrega disse...

Há dias assim...
Por mais descontraídos que possamos estar, algo se encarrega de nos
pôr os nervos à flor da pele...
Que venham outros dias mais calmos,
mas sempre com novas aventuras que
no fundo até tornam engraçado o
nosso dia a dia.
Um sorriso.