domingo, 14 de setembro de 2008

OCUPAR UM DIGNO LUGAR

Não se é velho nem se é novo, para se estar no Mundo basta só estar vivo, qualquer ser merece ter um lugar próprio, para poder ocupar e criar-se com dignidade dentro do seu ambiente circundante.
Todo o ser, logo à partida começa a atravessar dificuldades, desde cedo apresenta a sua própria personalidade, uns demonstram-na logo, outros mais calmos demoram algum tempo a revelar-se.
As experiências diárias vão deixando durante o seu crescimento, marcas que ficam gravadas na sua mente, estas irão ajudar a sua integração numa comunidade que impõe as suas próprias normas, normas estas que permitiram aliar-se a essa corrente.
Para que consiga esse lugar o ser terá de trabalhar em prol do bem-estar da sociedade, dando de si próprio algo que o valorize e de certa forma, ajudando no seu enriquecimento e da mesma, assim manter-se-á na corrente como um elo saudável.
Mas também, porque geneticamente qualquer ser tem necessidade de ter companhia constantemente, uma companhia intima, que o possa ajudar nas suas frustrações ou alegrias, que entenda as suas necessidades de amar e ser amado, porem vem também a sentir sinais de procriação, chega uma altura em que os dois seres, sentem-se obrigados a dar á luz uma descendência de si próprios, uma nova vida, que será mais uma etapa das suas vidas.
Os dois seres unidos formaram um elo só, mas, como em tudo, nada é por vezes eterno, muitas vezes alguns não conseguem manter-se unidos na ligação, por este motivo separam-se, mesmo mantendo-se na corrente, os dois recentes separados iram procurar ligar-se a outros dois para colmatar as suas necessidades de bem estar.
Um ser solitário quase sempre encontra mais dificuldades em encontrar paz interior, não foi criado geneticamente para viver eternamente na solidão, assim a necessidade constante na procura do par ideal para a sua felicidade prevalece
Muitos que vivem sós, tem poucas probabilidades de serem totalmente felizes durante a sua existência na corrente.

O FUTURO

O Futuro é uma mão cheia
De panfletos, que se lançam no ar!
Ninguém sabe, ao apanha-los,
O que é que vai encontrar!

Vê-los no ar, é a esperança
Das ilusões que sonhámos,
Dando sentido à vida!
Apanhá-los… quem diria?
É o ruir dessa esperança,
Que só nossa foi um dia.

5 comentários:

T!na disse...

... :))) acho que disse tudo...
jinho
T!na

Mena disse...

‘.*■’¸..*.*°♥’¸
„‘эїє .....Lembrar dos „.*♥‘.*
 ‘•♥¸’‘■¸ amigos não ¸.*°„.
  „.*°‘„‘♥ se torna um „.*°эїє
   „‘.*°•¸ compromisso эїє„’°
  .*■’¸..* e sim um эїє°„‘■
 эїє°*„♥. impulso ¸■ •.*°¸
*‘•■¸.* qual não ■‘„.*‘♥•¸
 °’‘♥„‘.*° conseguimos „‘.*°•¸
 ¸■ •.*°¸ nos controlar! ‘•♥¸’‘■
    ¸..*.*°♥’.*■’¸..*

Por isso... olha eu aqui !

Verónica disse...

Nos dias que correm são cada vez mais as pessoas que vivem sós.E não são infelizespor isso.
Primeiro está a carreira profissional,posteriormente ter uma casa para viver e só depois é que se escolhe o par com quem se quer viver.O casamento já deixou de ser importante.As mulheres querem ser independentes.

Fernanda disse...

Apesar de sermos seres cada vez mais individualistas e solitários,...jamais criaremos o que quer que seja, se não for em conjunto.
E isto, serve para todas as vertentes da vida,... no amor, na profissão, na arte, na ciência, na litaratura.
Tudo nasce sozinho,...mas nada se cria sem companhia.

Paula disse...

Olá, também eu sinto falta de amar e ser amada, de alguém com quem partilhar as alegrias e tristezas, de uma forma verdadeira e incondicional.... Por vezes já tenho dúvidas se algum dia vou encontrar o meu par.. Mas enfim, a vida é assim mesmo.
Beijocas
Paula