
Esta maravilhosa e alegre semana foi bastante diversificada e preenchida, tendo eu assimilado muitas novas experiencias no desenrolar deste agradável trabalho que estou a realizar.
Como já variadas vezes referi, o ser humano reage consoante o contexto ambiental que o rodeia no momento, as suas situações de humor em relação a uma determinada perspectiva de satisfação pessoal, depende sempre como esta situação lhe é apresentada e por seguinte bem ou mal interpretada por esse mesmo ser humano, assim sendo o que se deve sempre tentar fazer é criar o ambiente ideal para esse ser humano se senta ansioso e por fim satisfeito.
Eu muitas vezes tento captar sinais que me dêem a entender o que na realidade as pessoas procuram aquando estão indecisas em relação a algo que as preencham em realização empresarial, profissionalmente e até socialmente.
Nestes dias tenho vindo a notar que as pessoas andam a misturar tudo, estas quando falam de negócios, falam imenso na parte familiar, isto é algo que não acontecia há uns tempos atrás, onde ninguém falava de privacidades familiares.
Espanta-me o à-vontade como este dialoga se processa e a intensidade de algumas versões e argumentos, eu sou bastante sociável, ouvinte e comunicativo, expresso sempre calma e serenidade, confiança e lealdade, talvez por estes motivos as pessoas consigam de alguma forma desabafar o que tanto lhes perturba nestes tempos agrestes.
Haveria muito para focar mas, tornar-se-ia muito extenso o texto, assim sendo paro por aqui.
A receita da semana.
INGREDIENTES
2 – Coxas de frango
1 – Cebola
1 ½ – Colheres de sopa de Caril
1 – Vagens de Cadamomo
2 – Tomates
(?) – Batatas pequenas
(?) – Coentros
(?) – Sal, azeite
PREPARAÇÃO
Em primeiro numa caçarola de barro refoguei a cebola picada num fio de azeite durante dois minutos e meio (+-), juntei o molho de Caril e o Cadamomo picadinho, deixei refogar mais dois minutos.
Depois desfiei grosseiramente as coxas de frango e juntei ao molho, com o lume forte fui mexendo até o frango alourar, juntei e saltei o tomate por um minuto, este cortado em tiras finas temperadas com um pouquinho de sal.
Cozi as batatas, coloquei-as numa travessa e noutra o frango de caril.
Estava óptimo.
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O PINHEIRO MANSO
Já vai longe a madrugada
Já vai longe a madrugada
Do meu querer amortecido
Anda nesta cavalgada
O meu ser entontecido
.
Não encontro nestes versos
Sentido nem direcção
Meus olhos andam dispersos
Noutros focos de atenção
.
Não devo sonhar alto
Como se estivesse já morto
Meu corpo físico anda falto
De descanco e de conforto
.
Deitado a sombra do sobreiro
Durmo na força do calor
Sonho com um Manso Pinheiro
Sereno de magéstico valor
.
No meio da copa redondinha
Deste Pinheiro acolhedor
Um casal de rolas s'aninha
Num momento libertador
.
Acordo com os guizos das cabras
Que vão p'la 'strada acima
Parecem umas sombras macabras
Com o luar que se aproxima
.
Vou continuando a jornada
P'la estrada da vida fora
Meu destino é uma morada
Onde a poesia ainda mora
.
Sinto o cheiro da maresia
Olho para o mar e não me canso
Neste lugar acontece Poesia
Junto daquele Pinheiro Manso
.
Oh! Meu Pinheiro junto ao mar
Onde as rolas fazem o ninho
É no poente que eu vou encontrar
A felicidade pelo caminho.
(Autoria: Afonso Almondino)
(Autoria: Afonso Almondino)
Espero que a vossa semana tenha sido compensadora e repleta de momentos de felicidade e alegria.
Até DOMINGO.
Até DOMINGO.