sábado, 1 de maio de 2010

FIM de SEMANA...

Ainda não disse da Vida Minha, sei que há desejos que algum dia eu ame, que comece um lindo e eterno romance, muitas vezes só uma fugaz luz me ilumina, obrigando o meu coração a um acelerado bater, mas assim como aparece assim se ofusca e termina, pois este coração embora bondoso e saudável, ainda padece de mágoas e más recordações, que o mantém fechado numa redoma fria, onde observa a imensa vastidão, que acumula desgostos e desunião.

Depois de tanto tempo assim, já não há volta a dar, pois habitou-se a tal bater que nunca mais nada o fará mudar.
Existiram muitas razões para que tal seja possível acontecer, no entanto, como disse, o tempo fez com que o amor fosse ultrapassado, deixando de ser principal razão do meu viver ou recordar um passado.
Sempre achei que o amor por alguém traria felicidade e alegria, mas infelizmente hoje no dia a dia, com tantas dúvidas numa certeza, já não posso crer assim tanto na sua real natureza.
Assim sendo, de forma alguma quero dar esperanças, de algo que nunca irá existir, pois da minha parte foi escrito, que nunca mais voltaria a iluminar, um caminho que por mim acabado, este que há muito desapareceu num longínquo condado.

È isso que neste momento eu sou, solidão e solidariedade neste desprovido e louco Mundo de ostentação.

Quase Perfeito

Sabe bem ter-te por perto
Sabe bem tudo tão certo
Sabe bem quando te espero
Sabe bem beber quem quero
.
Quase que não chegava
A tempo de me deliciar
Quase que não chegava
A horas de te abraçar
Quase que não recebia
A prenda prometida
Quase que não devia
Existir tal companhia
.
Não me lembras o céu
Nem nada que se pareça
Não me lembras a lua
Nem nada que se escureça
Se um dia me sinto nua
Tomara que a terra estremeça
Que a minha boca na tua
Eu confesso não sai da cabeça
.
Se um beijo é quase perfeito
Perdidos num rio sem leito
Que dirá se o tempo nos der
O tempo a que temos direito
.
Se um dia um anjo fizer
A seta bater-te no peito
Se um dia o diabo quiser
Faremos o crime perfeito
(Miguel A. Major)
Sempre disse tambem "Nunca Digas Nunca A Um Verdadeiro Amor" contradição ou não, é o que penso nesta fase e ocasião.
.
Fiquem bem, não vão por mim, alimentem a vossa sagrada e decidia ilusão ou confirmação de uma enorme paixão.

7 comentários:

Otário disse...

esse texto traz-me alegria
e tristeza ao mesmo tempo,
por me relembrar um amo antigo... :\

Pelos caminhos da vida. disse...

Hoje à partir das 18 hrs, meu blog está concorrendo mais uma votação da Copa Blog, conto com seu voto amigo.Essa votação termina dia 05/05 e, depois aguardar a semi- final.

Meu blog é:

http://anamgs.blogspot.com

O site para a votação é esse aqui:

http://dado.pag.zip.net/

Caso não consiga acessar por aqui, o link está no final do post atual meu.

Desde já fico-lhe grata.

Uma semana de muita luz.

beijooo.

Amordemadrugada disse...

Anda apaixonado Luis!
ui ui
Besito amigo
boa noite

Mell disse...

Olá, bom dia, lindo texto porém triste. Meu querido amigo quando for a hora certa seu coração ira se abrir a um grande amor, pois voce é uma pessoa linda, bjus. Te adoro viu meu Amigo

alfacinha disse...

gosto do que está escrito

Val disse...

Boa noite Luis!!!Querido amigo,achei seu texto triste.Ele aparece, sem pedir licença, matreiro, nos momentos mais imprevisíveis e inexplicáveis, simplesmente nos envolve – é um mistério sem pistas, coisas do amor.Querido Luis ,é não gastar tempo e massa cinzenta caçando um amor, mas sim viver com a certeza de que um dia você irá encontrá-lo.Beijos com carinho

Pelos caminhos da vida. disse...

Profissão Mãe.


Uma mulher chamada Ana foi renovar sua carteira de motorista.
Pediram-lhe para informar qual era sua profissão.
Ela hesitou, sem saber como se classificar.

"O que eu pergunto é se tem algum trabalho", insistiu o funcionário.
"Claro que tenho um trabalho" exclamou Ana. "Sou mãe!"

"Nós não consideramos mãe um trabalho. Vou colocar dona de casa", disse o funcionário friamente.

Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.

"Qual é a sua ocupação?" perguntou.
Não sei o que me fez dizer isto. As palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora: "Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas."

A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar pra o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem.
Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.

Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.

"Posso perguntar" disse-me ela com novo interesse "o que faz exatamente?"

Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder: "Desenvolvo um programa de longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa).
Sou responsável por uma equipe (minha família), e já recebi quatro projetos (todas meninas).
Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda?).
O grau de exigência é a nível de 14 horas por dia (para não dizer 24)"

Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária, que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente abriu-me a porta.

Quando cheguei em casa, com o título da minha carreira erguido, fui recebida pela minha equipe: uma com 13 anos, outra com 7 e outra com

Do andar de cima, pude ouvir meu novo experimento - um bebê de seis meses - testando uma nova tonalidade de voz.
Senti-me triunfante!

Maternidade... que carreira gloriosa!

Assim, as avós deviam ser chamadas Doutora-Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas, as bisavós Doutora-Executiva-Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas e as tias Doutora-Assistente.

Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres, mães, esposas, amigas, companheiras, Doutoras na Arte de Fazer a Vida Melhor!

(Marcelo Dias).

beijooo.